Depois de um longo tempo hibernando, estou testando o meu retorno para troca e exposição de ideias. Aproveito a oportunidade para postar esta imagem que fiz da Ilha de Itaparica focando o final da Rua Dorival Caymmi, que deságua da Baía de Todos os Santos, com Salvador aparecendo no "pano de fundo".
quinta-feira, 12 de julho de 2012
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Obrigado e Feliz Natal
As atividades de final de ano - várias envolvendo redação - impediram priorizar o nosso blogdopaporeto!
Peço desculpas a todos que gostam de ler os nossos textos.
Aproveito, agora, para questionar os valores relativos ao Natal na nossa cultura racial miscelânica – com todos os ingredientes de um País Continental e Tropical.
Fui criado com essa de Papai Noel e todos os símbolos do Natal no rigoroso inverno europeu.
Tudo bem.
Como filho de índio, de preto e dos piores que vieram de Portugal, existe espaço para sonhar com a nevasca de dezembro no Agreste de Pernambuco.
Entre cajás, siriguelas, mangas, graviolas e jabuticabas, me enrosco no ácido umbu verde misturado com leite – aqui umbuzada!
Independente do marketing comercial que envolve a data, fomos criados cultivando esses valores que culminam em missas do galo e outras aves mais contemporâneas como o peru, que só vemos agora, morto nas prateleiras dos supermercados, e o chester, frango modificado com genética de laboratório.
Acho que vale tudo na cultura tupiniquim natalina – principalmente a criatividade e o espírito de congraçamento, de PAZ e LUZ, no entorno do nascimento do Menino Jesus e entre as famílias.
Neste retorno, oportuno, desejo que todos os nossos leitores se dêem bem no Natal, Ano Novo e, principalmente, todo dia – já que todo dia é dia – e que este sentimento de convívio amoroso se perpetue Anos-Luz, infinitamente, no coração de todos do BEM!
Feliz Natal!
EM TEMPO - COM NEVE E TUDO MAIS - Em Praga, na República Tcheca, manifestantes atearam fogo em um boneco do Papai Noel para protestar contra o consumismo e para preservar as tradições natalinas do país. Lá, é comum escrever cartas e deixá-las atrás das janelas, para serem recolhidas pelos anjos e levadas ao Menino Jesus, responsável pela entrega dos presentes, como reza a tradição.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Covardia
Insistem em me acusar, mas eu não sou o pai do "bebê de Rosemary"!Lembro das pornochanchadas da década de 70.
Na época, os produtores cinematográficos faziam uma comédia de costumes associada a um erotismo longe do sexo explícito.
Um dos ícones, o produtor e “ator” Carlos Mossy, era galã deste gênero que o pessoal do Cinema Novo batizou de pornochanchada, numa alusão à época áurea da Atlântida de Oscarito.
Hoje, muitos anos depois, o mesmo Carlos Mossy reaparece e afirma que participou de várias "surubas" com “gatas” em hotéis do Rio de Janeiro, na década de 60, com a ilustre companhia de Roman Polanski.
Covardia.
Aos 76 anos, Polanski está guardado em Zurique, na Suíça, a pedido dos Estados Unidos, que o acusa, de 32 anos atrás, de ter estuprado uma ninfeta de 13 durante orgias nas terras do Obama.
No mínimo, o ex-galã brasileiro está pegando uma carona no grampo suíço do polonês, autor – dentre outros – do clássico dark “Bebê de Rosemary”.
Acho que Polanski, pelo conjunto da obra - e quem sabe? - pelo fato de poder ter sido, inclusive, seduzido, merecia mais respeito.
Pura necessidade de auto-afirmação!
Ainda bem que tem gente sensata neste mundo - o Ministério da Justiça suíço autorizou ainda há pouco a libertação do cineasta. Claro, depois de pagar uma fiancinha de 3 milhões de euros, coisa besta, perto dos 8 milhões de reais...
Só falta agora dizerem que ele é o pai - literalmente - do bebê de Rosemary...
Picaretagem
Só eu não mamo nessas tetas... - imagem do blog do Daniel PizaA reportagem publicada pela Folha de São Paulo no domingo (22/11) denunciando a picaretagem das “notas frias” nas verbas indenizatórias do Congresso expôs uma velha chaga.
Novidade?
Claro que não.
A prática é comum entre os parlamentares e o corporativismo encobre a “velha picaretagem”.
O mesmo acontece em todos os patamares dos “Poderes” que praticam este assalto aos cofres públicos.
Na realidade, as verbas extras expõem a preocupação constante de fazer CAIXA para a compra de votos e manutenção da “mamata” nas “tetas” do POVO.
Não adianta o presidente do Congresso, Michel Temer (PMDB/SP), tentar amenizar a ferida exposta pela Folha de São Paulo.
A sociedade, imobilizada pelas bolsas eleitorais, acompanha de perto todas essas falcatruas aceitáveis pelo Congresso numa comunhão de PICARETAGEM mútua.
A sensação que temos é que estamos financiando um grande concerto onde os solistas somos nós, que não paramos de “tocar pandeiro pra maluco dançar”!
Pense numa picaretagem que merecia um corretivo semelhante aos que são condenados no artigo 171!
A postura e a tranquilidade na exposição mostram a falta de vergonha na cara desses picaretas engravatados!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Litoral alagoano, de Piaçabuçu a Maragogi
Ainda na década de 70, viajando na madruga para economizar hotel, saí de Maceió para Recife pelo litoral.
Lembro, até hoje, da noite de lua, de Porto Calvo, do peixe frito com macaxeira em uma estalagem à beira-mar!
Fiquei fascinado, nunca mais esqueci desse trecho rodoviário!
Os anos passaram!
Lembro, até hoje, da noite de lua, de Porto Calvo, do peixe frito com macaxeira em uma estalagem à beira-mar!
Fiquei fascinado, nunca mais esqueci desse trecho rodoviário!
Os anos passaram!
Conheci Maragogi – extremo norte do litoral alagoano, conheci agora Piaçabuçu, extremo sul – na foz do Velho Chico na divisa com Sergipe!
Tradução!
Conheço toda a costa alagoana, palmo a palmo, e posso afirmar, categoricamente, que Alagoas tem um dos trechos rodoviários mais bonitos pelos quais já viajei.
Pontal do Peba, Coruripe, Marechal Deodoro, Barra de São Miguel, Maceió, Gunga, Porto Calvo e Maragogi – pelo meio só tem paraíso!
Sugiro, para quem puder, fazer esta rota saboreando as delícias da fauna e flora marinha alagoana.
Em Marechal Deodoro, tem o Seu Nelson da Rabeca – é forró da melhor qualidade na levada da primeira capital alagoana.
Papo furado
Todos os veículos de comunicação divulgaram o almoço do deputado Ciro Gomes (PSB/CE) com o governador Aécio Neves (PSDB/MG), nesta segunda (16), na sede do governo mineiro, em Belo Horizonte.
Não vou entrar no mérito de quem tem, no “balaio”, condições de ser presidente do Brasil!
Aécio diz que ama Ciro e Ciro diz que ama Aécio!
Em Belo Horizonte, existe a parceria do PSDB com o PSB e Aécio já elegeu candidato socialista com o apoio da máquina mineira.
O interessante é que Ciro Gomes é do partido do governador Eduardo Campos (presidente nacional do PSB) e Aécio Neves é do partido do cacique Fernando Henrique.
No PSDB, a candidatura “bola da vez” é do governador de São Paulo – José Serra – e, pelo outro lado, o partido do deputado Ciro tem um compromisso com o presidente Lula – coisa de pai para filho com o neto do Arraes e governador de Pernambuco – e lá, a candidata do Lula e do PT é a ministra Dilma!
O que querem Ciro e Aécio? Em Minas, os mais chegados chamam de Aecinho, além de divulgar que se amam e que são parceiros!
Espaço na mídia?
Certo.
Dois bons garotos, com passado e futuro promissor!
Esvaziar as candidaturas Serra e Dilma? Ou blefar com o que já foi “escrito nas estrelas”?
Nem Lula (PT) abre para Ciro e muito menos Fernando Henrique abre para Aécio!
Na realidade, a cena do almoço não passou do que chamamos, no popular, de “papo furado”, já que a inegibilidade não passa pela cabeça dos comensais palacianos!
Não vou entrar no mérito de quem tem, no “balaio”, condições de ser presidente do Brasil!
Aécio diz que ama Ciro e Ciro diz que ama Aécio!
Em Belo Horizonte, existe a parceria do PSDB com o PSB e Aécio já elegeu candidato socialista com o apoio da máquina mineira.
O interessante é que Ciro Gomes é do partido do governador Eduardo Campos (presidente nacional do PSB) e Aécio Neves é do partido do cacique Fernando Henrique.
No PSDB, a candidatura “bola da vez” é do governador de São Paulo – José Serra – e, pelo outro lado, o partido do deputado Ciro tem um compromisso com o presidente Lula – coisa de pai para filho com o neto do Arraes e governador de Pernambuco – e lá, a candidata do Lula e do PT é a ministra Dilma!
O que querem Ciro e Aécio? Em Minas, os mais chegados chamam de Aecinho, além de divulgar que se amam e que são parceiros!
Espaço na mídia?
Certo.
Dois bons garotos, com passado e futuro promissor!
Esvaziar as candidaturas Serra e Dilma? Ou blefar com o que já foi “escrito nas estrelas”?
Nem Lula (PT) abre para Ciro e muito menos Fernando Henrique abre para Aécio!
Na realidade, a cena do almoço não passou do que chamamos, no popular, de “papo furado”, já que a inegibilidade não passa pela cabeça dos comensais palacianos!
Piaçabuçu: última parada do Velho Chico
Lembro que no final da década de 70 conheci o cais do São Francisco em Pirapora!
Todo mundo é íntimo do Rio São Francisco e o trata de Velho Chico – creio que é simpatia à primeira vista!
Eu também, desde o primeiro momento, achei o “Velho Chico” simpático!
Em Pirapora, “mirei” as suas águas e o então velho vapor estacionado, sem previsão de saída.
A minha rota era descer o Velho Chico de vapor, saindo de Pirapora para Juazeiro da Bahia – do outro lado é Petrolina e o Estado é Pernambuco!
O vapor não saiu – conheci os Sertões de Minas Gerais e da Bahia!
Em Minas Gerais, encontrei o Velho Chico nos Montes Claros; na Bahia as romarias em Bom Jesus da Lapa e os cânions de Paulo Afonso; em Pernambuco – as ilhas de Santa Maria da Boa Vista, Cabrobó, os projetos de irrigação em Petrolina; em Sergipe – Propriá e Neópolis; e Alagoas do Porto Real de Colégio e a imperial Penedo!
A última parada do Velho Chico eu conheci agora – Piaçabuçu – colônia de pescadores, cais de onde saem as embarcações para a foz e os pescadores para garantirem o sustento de suas famílias!
Conheci ainda o acesso por Pontal do Peba – 22 km de praia com areia dura quando a maré baixa – até chegar ao encontro do Velho Chico com o Atlântico!
Dunas paradisíacas de areia fina e lagoas – salgadas e doces – paraíso do “Deus é Brasileiro” de Cacá Diegues – com Antônio Fagundes e Wagner Moura!
Volto logo, sonho é sonho, essa bateu na trave – na hora que ia desembarcar na foz eu acordei!
Chegar à foz do São Francisco é chegar à porta do paraíso – se ele existe – deve ser parecido – imagino!
A transposição fica a critério dos técnicos do Ministério da Integração!
Os pescadores de Piaçabuçu afirmaram que não existe mais a pororoca no encontro com o Atlântico – Xingu travou o Velho Chico e o rio chega agora de mansinho no encontro com o mar!
Quem não sonha perde a oportunidade de viver os vários mundos do nosso entorno!!!
Todo mundo é íntimo do Rio São Francisco e o trata de Velho Chico – creio que é simpatia à primeira vista!
Eu também, desde o primeiro momento, achei o “Velho Chico” simpático!
Em Pirapora, “mirei” as suas águas e o então velho vapor estacionado, sem previsão de saída.
A minha rota era descer o Velho Chico de vapor, saindo de Pirapora para Juazeiro da Bahia – do outro lado é Petrolina e o Estado é Pernambuco!
O vapor não saiu – conheci os Sertões de Minas Gerais e da Bahia!
Em Minas Gerais, encontrei o Velho Chico nos Montes Claros; na Bahia as romarias em Bom Jesus da Lapa e os cânions de Paulo Afonso; em Pernambuco – as ilhas de Santa Maria da Boa Vista, Cabrobó, os projetos de irrigação em Petrolina; em Sergipe – Propriá e Neópolis; e Alagoas do Porto Real de Colégio e a imperial Penedo!
A última parada do Velho Chico eu conheci agora – Piaçabuçu – colônia de pescadores, cais de onde saem as embarcações para a foz e os pescadores para garantirem o sustento de suas famílias!
Conheci ainda o acesso por Pontal do Peba – 22 km de praia com areia dura quando a maré baixa – até chegar ao encontro do Velho Chico com o Atlântico!
Dunas paradisíacas de areia fina e lagoas – salgadas e doces – paraíso do “Deus é Brasileiro” de Cacá Diegues – com Antônio Fagundes e Wagner Moura!
Volto logo, sonho é sonho, essa bateu na trave – na hora que ia desembarcar na foz eu acordei!
Chegar à foz do São Francisco é chegar à porta do paraíso – se ele existe – deve ser parecido – imagino!
A transposição fica a critério dos técnicos do Ministério da Integração!
Os pescadores de Piaçabuçu afirmaram que não existe mais a pororoca no encontro com o Atlântico – Xingu travou o Velho Chico e o rio chega agora de mansinho no encontro com o mar!
Quem não sonha perde a oportunidade de viver os vários mundos do nosso entorno!!!
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